O Ministério da Saúde assegura que está a cumprir o acordo assinado com os sindicatos para a reforma das carreiras do sistema público de saúde, citando a publicação dos novos Planos de Cargos, Funções e Remunerações (PCFR), a regularização de mais de 1.600 vínculos precários e a actualização salarial de médicos e enfermeiros desde janeiro de 2026. Em contrapartida, sete sindicatos mantêm um pré-aviso de greve de 72 horas (28 a 30 de abril), alegando atrasos no pagamento de retroactivos, na regulamentação das carreiras e na actualização de subsídios. A tutela defende que o pagamento isolado de retroactivos poderia criar desigualdades entre classes profissionais e apela ao diálogo, enquanto indica que pontos em aberto serão tratados dentro dos prazos legais e por acordo com as estruturas sindicais.