O Irão negou ter pedido uma trégua aos EUA e reafirmou que o Estreito de Ormuz está "firmemente" sob o controlo das suas forças, segundo o Corpo da Guarda Revolucionária (IRGC). Em comunicado, o IRGC descreveu operações de grande escala com mísseis e drones contra alvos dos Estados Unidos e de Israel na região, afirmando ter atingido sistemas de radar, um petroleiro israelita e instalações associadas a forças norte-americanas. Em Nova Iorque, a votação no Conselho de Segurança da ONU sobre um projecto de resolução patrocinado pelo Bahrein — que incluía autorização para meios "defensivos" para proteger a navegação — foi adiada. O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, advertiu que qualquer "acção provocadora" dos agressores ou dos seus apoiantes complicará a situação. O Conselho de Cooperação do Golfo denunciou o bloqueio do estreito e apelou ao Conselho de Segurança para garantir a segurança dos corredores marítimos, enquanto persistem divergências entre os 15 membros, que poderão beneficiar de veto de Rússia e China.