A Assembleia Municipal da Ribeira Brava apreciou o relatório de actividades e as contas de gerência referentes ao exercício económico de 2025, numa sessão marcada por divergências entre as bancadas do PAICV e do MpD. O presidente da Câmara, Nilton Monteiro, destacou um aumento da taxa de execução de 42% para 52% e admitiu constrangimentos financeiros devido a atrasos em transferências e dívidas herdadas. A deputada Rosalina Silva (PAICV) elogiou as medidas de regularização de dívidas e melhorias nas condições dos trabalhadores, enquanto Eneida Morais (MpD) criticou a fraca execução dos investimentos — apontou que, dos cerca de 249 mil contos previstos, foram executados apenas 42 mil (cerca de 20%). A sessão incluiu também a análise de um pedido de autorização para a alienação de um edifício do património municipal.

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