A ONU denunciou a crise de saúde no Afeganistão, destacando que as políticas dos talibãs restringem o acesso das mulheres à saúde e à educação médica, enquanto o financiamento internacional diminui. Richard Bennett, relator da ONU, culpou as novas barreiras impostas pelos talibãs, que contribuirão para um colapso no sistema de saúde, levando a um cenário de emergência sanitária. A proibição da educação médica para mulheres é apontada como uma medida particularmente prejudicial. O relator sublinhou a necessidade de ação urgente dos Estados-Membros para mitigar os danos à saúde das mulheres e meninas afegãs, alertando que a violação de direitos terá repercussões intergeracionais.