Pequim exigiu o fim imediato das operações militares desencadeadas por ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, afirmando que essas ações não tiveram autorização do Conselho de Segurança da ONU e violam o direito internacional. A porta‑voz do ministério dos Negócios Estrangeiros, Mao Ning, alertou para o risco de escalada e para as consequências sobre a segurança do Estreito de Ormuz, que considerou vital para o comércio e o abastecimento energético mundial. A China manifestou preocupação com um eventual alastramento dos combates a países vizinhos, defendeu o respeito pela soberania dos Estados do Conselho de Cooperação do Golfo e disse não ter sido informada antecipadamente sobre as ações dos EUA.