O Movimento para a Democracia (MpD) defendeu a presunção de inocência no processo que envolve o ex-presidente da Câmara da Brava, Francisco Tavares, acusado pelo Ministério Público de vários crimes relacionados com o seu mandato (2020-2024). Em conferência, o deputado Euclides Silva afirmou que o partido acredita na palavra do visado, que se declara inocente, mas sublinhou que caberá às instâncias judiciais estabelecer a verdade dos factos. O processo corre sob segredo de justiça. O Ministério Público acusa também Andrezito Varela e um empreiteiro local de crimes como tráfico de influência, peculato, abuso de confiança, falsificação de documento e violação de regras de contratação pública. Os arguidos foram apresentados ao Tribunal da Comarca da Brava e ficaram sujeitos a medidas de coacção: interdição de saída do país, apresentação periódica semanal, prestação de caução e proibição de contacto entre si.