O Presidente do Líbano, Michel Aoun, rejeitou acusações de traição por promover conversações com Israel, defendendo que negociar não é humilhante e que a meta é alcançar uma solução à semelhança do armistício de 1949. Dirigindo-se indiretamente ao movimento xiita Hezbollah, Aoun afirmou que a verdadeira traição é de quem arrastou o país para a guerra em benefício de interesses estrangeiros e apelou à responsabilização desses atores. As declarações surgem num momento de forte tensão na fronteira sul do Líbano, após ataques do Hezbollah e respostas militares israelitas, enquanto os Estados Unidos mediam rondas de negociações que resultaram num cessar‑fogo temporário em abril.

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