Num comunicado enviado à imprensa, a família e a equipa de defesa de Domingos Simões Pereira manifestaram preocupação pela sua detenção, que descrevem como prisão domiciliária sem qualquer acusação formal. Segundo a nota, o dirigente permanece cercado por forças armadas na sua residência e os advogados afirmam não haver base legal para a restrição da liberdade. A família denuncia tentativas de criar novos enquadramentos judiciais, incluindo um eventual tribunal militar, e classifica a situação como perseguição política e violação da Constituição e de instrumentos internacionais de direitos humanos. A nota insere o caso num padrão de fragilização das instituições democráticas e critica o silêncio de organismos como a CEDEAO, a ONU e a CPLP, enquanto o Governo fala em normalidade institucional.