A Zap Energy, startup até agora focada em fusão, anunciou que vai priorizar a construção de uma central de fissão como etapa intermédia para acelerar a entrada no mercado. A nova CEO, Zabrina Johal, afirmou que fissão e fusão são "dois lados da mesma moeda" e que a fissão é atualmente a opção comercialmente viável para responder à crescente procura de eletricidade, impulsionada, entre outros, por centros de dados de inteligência artificial. A empresa prevê começar a gerar receitas dentro de um ano, apoiando‑se em pagamentos de órgãos federais e em reservas de capacidade. Johal admite que o sucesso dependerá de conseguir gerar receitas suficientes ou atrair novos investimentos. A Zap diz também procurar eficiência na construção de reatores e não é a única a explorar modelos de receita ligados à energia nuclear.

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