A startup Mantis Biotech, com sede em Nova Iorque, desenvolve gêmeos digitais do corpo humano para enfrentar a escassez de dados na medicina. A plataforma integra informação de múltiplas fontes para gerar conjuntos sintéticos utilizados em estudos clínicos, previsão de lesões, treino de robôs cirúrgicos e simulações médicas. Segundo a fundadora Georgia Witchel, o sistema combina componentes inspirados em modelos de linguagem com motores físicos para produzir representações fiáveis do organismo. A empresa anunciou um investimento de 7,4 milhões de dólares para alargar operações, acelerar projetos de cuidados preventivos e fornecer apoio a laboratórios farmacêuticos.