Mais de 30 mandados de busca e apreensão emitidos pela Procuradoria do Tarrafal no início de maio não terão sido executados durante a campanha eleitoral para as legislativas, segundo fontes próximas do processo. A operação policial, desencadeada já depois das eleições, levou à detenção de mais de dez suspeitos por alegados crimes de assaltos, roubos e furtos contra pessoas e residências. Os detidos deverão ser apresentados ao Ministério Público conforme a disponibilidade do tribunal local. Fontes citadas pela imprensa defendem que a polícia não devia ter suspendido ações por causa da campanha e alertam para o impacto na perceção pública e para dúvidas sobre a separação de poderes. Até agora, as autoridades judiciais e policiais não emitiram esclarecimentos oficiais sobre o atraso na execução dos mandados.

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