Um advogado da ilha do Fogo foi detido por ordem do Ministério Público e, após primeiro interrogatório judicial na noite de 18 de abril, o Tribunal da Comarca de São Filipe determinou a interdição de saída do país e a obrigação de apresentações quinzenais às autoridades policiais. O suspeito é indiciado pelos crimes de falsificação, abuso de confiança e patrocínio infiel de advocacia, mas não teve o exercício da profissão suspenso. Em paralelo, o tribunal da comarca do Mosteiros aplicou medidas de afastamento da habitação e proibição de contacto a dois homens, de 35 e 43 anos, indiciados por crimes de violência baseada no género. Ambos os processos permanecem em investigação pelas autoridades competentes.