Dois inquéritos apontam para um uso mais frequente de ferramentas de inteligência artificial pelos americanos, mas também para níveis elevados de desconfiança e preocupação quanto ao impacto no emprego. Uma sondagem indica que 76% dos inquiridos não confiam na IA, apenas 6% estão muito entusiasmados e 51% recorrem a estas ferramentas para pesquisa. Outro estudo da Quinnipiac, realizado entre 19 e 23 de março de 2026 com 1.397 adultos, revela que 15% aceitariam ter um chefe algorítmico, enquanto 70% acreditam que os avanços em IA reduzirão oportunidades de trabalho e 30% receiam que a sua função se torne obsoleta. As respostas associam a fraca transparência das empresas e a regulação insuficiente como fatores que alimentam a desconfiança.