A Comissão Nacional de Eleições (CNE) responsabilizou o Governo e o Parlamento pelos atrasos no recenseamento eleitoral da diáspora, depois de analisar uma reclamação do PAICV. O partido denunciara a inexistência de recenseamento em países como Moçambique e Costa do Marfim, alegando violação do direito fundamental de sufrágio. Em sessão plenária, a CNE concluiu que não foram criadas nem atribuídas jurisdições às Comissões Regionais de Eleições (CRE) para determinadas áreas da circunscrição África, o que inviabiliza legal e operacionalmente a atualização dos registos. A CNE decidiu informar a Assembleia Nacional e remeter questões ao Supremo Tribunal de Justiça.