Funcionários da Delegacia de Saúde da Brava denunciaram falta de gás para confecção e aquecimento de refeições, alegando que pacientes internados têm ficado sem alimentação regular e apontando problemas de gestão, intimidação e violações de sigilo. Os denunciantes, que falaram sob anonimato, criticam a ausência de um administrador formal e práticas de gestão de pessoal. O delegado de saúde, Júlio Barros, negou as acusações, atribuiu a falta de gás a um atraso de três meses no fornecimento desde São Vicente e disse que decorre um processo de contratação para a cozinha. Barros afirmou ainda que a administração regularizou salários e contribuições ao INPS e que o actual administrador, Adilson Bango, exerce funções legalmente. Os profissionais apelam a uma intervenção do Ministério da Saúde para averiguar a situação.