A presidente do IGQPI, Ana Paula Spencer, alertou em Praia para os riscos crescentes da pirataria no desporto cabo-verdiano, defendendo maior proteção das marcas, equipamentos e transmissões. Na cerimónia do Dia Mundial da Propriedade Intelectual, subordinada a “Propriedade Intelectual e Desporto”, Spencer sublinhou que a propriedade intelectual e o desporto estão “profundamente interligados” e que os ativos associados à seleção nacional devem ser registados não só em Cabo Verde, mas também nos países onde a equipa atua ou os produtos são comercializados. A responsável apontou para práticas como a falsificação de equipamentos, o uso indevido de marcas nas redes sociais e transmissões ilegais, e pediu cooperação institucional entre autoridades de fiscalização, alfândegas, Polícia Nacional e Polícia Judiciária. Propôs a criação de um grupo coordenado de combate à contrafacção e a intensificação da sensibilização pública sobre os impactos económicos e sociais da pirataria.

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