Com a conclusão das recentes eleições, o PAICV formou o novo Governo da República, consumando a terceira alternância democrática e consolidando uma maioria parlamentar. A formação do executivo, aliada ao controlo do poder local e de órgãos como a ANMCV, é descrita pela fonte como uma situação de maior hegemonia política, com capacidade para indicar o Procurador‑Geral da República e nomear gestores da administração do Estado. A fonte sublinha que a sustentabilidade orçamental — quatro anos consecutivos de superavit — cria condições para uma governação estável, mas apela ao MpD para exercer uma oposição responsável e vigilante. É igualmente enfatizada a necessidade de um Presidente da República imparcial que respeite os limites constitucionais. Em novembro estão previstas eleições presidenciais e a expectativa é que UCID, PTS e PP contribuam para o equilíbrio político, apoiando um candidato fora da órbita do PAICV.

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