O alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos criticou esta semana a Coreia do Norte por canalizar recursos para segurança e defesa em vez de serviços sociais essenciais, numa situação que classificou como «crise de direitos humanos». O gabinete do alto-comissário documentou abusos que poderão constituir crimes contra a humanidade e pediu responsabilização, incluindo através de mecanismos não judiciais. Apesar das críticas, o responsável apelou à busca de contactos e espaços de diálogo com Pyongyang e saudou a retomada de visitas desportivas entre as Coreias como uma oportunidade para reforçar a confiança e facilitar esclarecimentos sobre desaparecimentos.

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