Gilson Alves afirmou que não foi proibido pelo tribunal de fazer discursos, desmentindo informação publicada no site do Ministério Público a 3 de março de 2026. O despacho judicial referido nega explicitamente a suspensão dos seus direitos políticos e não contém qualquer proibição de discurso, diz o próprio. Gilson Alves apelou ao Ministério Público para explicar por que motivo a decisão foi alegadamente mal representada na comunicação publicada, sublinhando que o único documento oficial é o despacho do juiz.