Eunice Landim, enfermeira da área de cirurgia do Hospital Universitário Agostinho Neto, falou à Inforpress sobre nove anos de carreira, lembrando os altos e baixos da profissão e a importância do humanismo nos cuidados. Através de relatos pessoais, relatou perdas difíceis e casos de recuperação em que o acompanhamento humano e a confiança foram determinantes. A profissional defende que a enfermagem exige amor e paciência, mesmo perante a sobrecarga e as limitações do sistema de saúde, e apontou a necessidade de diagnósticos mais céleres e procedimentos melhor organizados. As declarações foram feitas no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Enfermagem, assinalado a 12 de maio sob o lema “Enfermeiros empoderados salvam vidas”. Landim apelou a colegas para privilegiar o acolhimento e o cuidado humanizado, sublinhando que, quando bem prestados, os resultados e a satisfação dos utentes são mais positivos.