A NASA anunciou a antecipação para setembro de 2026 do lançamento do telescópio espacial Nancy Grace Roman, que deverá gerar cerca de 20.000 terabytes de dados ao longo da sua vida útil. Esse fluxo junta‑se às 57 gigabytes diárias do Telescópio Espacial James Webb e aos cerca de 20 terabytes por noite previstos no levantamento do Observatório Vera C. Rubin, aumentando substancialmente a pressão sobre capacidade de processamento. Investigadores recorrem cada vez mais a unidades de processamento gráfico (GPUs) e a modelos de aprendizagem automática para analisar os conjuntos de dados. O astrofísico Brant Robertson, da UC Santa Cruz, desenvolveu o modelo Morpheus para identificar galáxias e está a migrar a sua arquitetura para transformers, além de trabalhar em modelos de IA generativa para melhorar observações terrestres. Robertson criou um cluster de GPUs com financiamento da National Science Foundation, mas alerta para a crescente procura global e para riscos associados a restrições orçamentais.