O senador Marco Rubio anunciou a intenção de impor novas sanções a Cuba, para além das medidas já anunciadas, visando sobretudo empresas e conglomerados associados ao regime, como a Gaesa, que, segundo ele, retêm receitas que não revertem para a população. Rubio afirmou que as medidas não têm como alvo o povo cubano e reiterou ofertas de ajuda humanitária — incluindo seis milhões de dólares distribuídos pela Cáritas e uma proposta de 100 milhões de dólares que, segundo os EUA, não foi aceite pelo governo de Havana. O Presidente cubano, Miguel Díaz‑Canel, criticou as recentes sanções, qualificando‑as de "agressão unilateral" e ilegal, e admitiu que, apesar de agravarem a situação económica, reforçam a determinação do regime em defender a revolução. As medidas decorrem de um alargamento das sanções ordenado por uma ordem executiva assinada a 1 de maio, que amplia o alcance das penalizações a entidades com ligações comerciais à ilha, especialmente nos sectores da energia, defesa e finanças.

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